O Livro do Mar: Défice de estruturas de aopoio a actividades marítimas portuárias de lazer e carácter desportivo e turístico
Gostaria de agradecer publicamente o contributo enviado por João Ribeiro que reproduzo na íntegra:
“Com uma região ímpar no mundo pelas belezas naturais e pelas suas gentes e pela sua cultura aberta, tolerante e hospitaleira.
Com um mar e um clima que permite a prática de actividades náuticas durante o ano inteiro: águas tépidas, mar geralmente calmo, pouco atreito a tempestades graves.
Com rias e rios fantásticos, que projectos de promoção existem com substância e consequência?
Que falta aos políticos? financiamentos ou boas ideias e capacidades de promoção de projectos com contributos de privados?
A falta de aproveitamento do mar na perspectiva turística e cultural é flagrante pelo que saúdo esta iniciativa e apelo a que se vá ao fundo da questão, a começar pela educação básica dos nosso filhos e se reveja qual a importância que lhes é dada em termos da nossa história, da nossa cultura e das oportunidades reais que lhes dão de contactarem com o mar e com as rias.
Saudações democráticas.”
João Costa Ribeiro
24 de Janeiro de 2007 at 5:04 pm
Posso dizer que sou solidário quanto à questão que refere às condições edílicas que este país tem para um desenvolvimento das actividades náuiticas a nível europeu e pouco se faz para mudar esta realidade. Argumentação todos nóis podemos encontrar desde os descobrimentos à zona costeira de Nórte a sul como as Ilhas. contudo enquanto vivermos um regime democrático e não uma verdadeira democracia pouco ou nada podemos fazer, pois existem outros interesses maiores à oportunidade de fazer valer ideias, projectos e trabalho profissional neste mundo desportivo ao qual também faço parte.